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sábado, 27 de janeiro de 2018

Problemas de Saúde que podem ser Tratados com Cloreto de Magnésio

Inúmeros são os benefícios que você pode ter ao incorporar o cloreto de magnésio à sua dieta diária.




O cloreto de magnésio é um mineral altamente importante e essencial tanto para a vida humana como dos animais. Sem ele o corpo humano seria incapaz de manter fluidos nos vasos sanguíneos, realizar transmissões nervosas, mover os músculos, ou manter a função renal adequada. Como um dos principais minerais eletrólitos do corpo, o cloreto de magnésio desempenha muitas funções, e é rapidamente excretado do corpo.
Ele melhora a digestão e faz com que nosso corpo funcione de maneira mais otimizada e tranquila quando é consumido da maneira correta. Conheça alguns de seus benefícios.

 

Regulariza a pressão arterial elevada
O magnésio reduz a tensão da musculatura vascular melhorando a circulação e baixando a pressão arterial.

Previne o infarto do miocárdio.  
Muitas vezes acontece o infarto agudo do miocárdio por deficiência de magnésio então, a sua ingesta atua como preventivo e curativo pois sana as palpitações e arritmias que tão frequentemente são os primeiros sintomas de sofrimento cardíaco.

Dissolve a maioria dos cálculos renais 
Tomando magnésio se reduz as chances de formação de cálculos renais de cálcio pois, este elemento impede as calcificações em lugares inadequados combatendo a acumulação do oxalato de cálcio, o tal que forma as pedras nos rins, em 90% dos casos.

Melhora a qualidade dos ossos e dentes 
Os processos de osteoporose regridem significativamente com a ajuda do magnésio na forma de cloreto já que, está comprovada a relação entre o consumo de cálcio e a absorção de magnésio. Um sem o outro não funcionam.

Auxilia no tratamento da asma 
20% dos asmáticos são deficientes em magnésio e este elemento ajuda no tratamento pois tem a qualidade de melhorar o sistema imunológico e de diminuir os processos inflamatórios.

Resolve o cansaço crônico
Baixos níveis de magnésio costumam estar correlacionados com as ocorrências de cansaço crônico sem causa conhecida e, no caso, o magnésio melhora a capacidade do organismo em converter alimentos em energia.

Enxaquecas ou migrenas
O magnésio é um vasodilatador por excelência promovendo muito rápida melhora em casos de dores de cabeça mas, no caso das enxaquecas, a este efeito se soma a sua ação curativa no figado e vesícula, agindo como desintoxicante hepático. 

Melhora a função renal 
O cloreto de magnésio ajuda ao bom funcionamento dos rins como filtros mantendo as vias urinárias oxigenadas e desimpedidas de acúmulos de cálcio. 

Síndrome metabólica 
Com o magnésio se trata a resistência insulínica, uma das causas primeiras da hipertensão essencial e esta, a função mais primária a ser tratada na síndrome metabólica. 

Melhora a função hepática
Em casos de fígado gorduroso ou de alcoolismo, este elemento é essencial para a melhora da função hepática possibilitando ao fígado a sua recuperação. 

Combate o estresse
O cloreto de magnésio ajuda no combate ao estresse típico do tipo de vida assumido atualmente pelas sociedades ocidentais. Nesse tipo de estresse o nosso organismo perde muito magnésio por mecanismos neurohormonais o que altera a química do nosso cérebro, nos tornando mais sensíveis ainda aos fatores que o geram. 

Calmante do sistema nervoso
O cloreto de magnésio tem um efeito calmante no sistema nervoso e ajuda no bom descanso noturno, acalma nervos superexcitados, impede crises epiléticas e convulsões.

Regula a menstruação e tpm
O magnésio tem ação regulatória nas glândulas e, por este efeito, também ajuda na diminuição dos sintomas típicos da tensão pré-menstrual e menstrual, prevenindo e tratando também as cólicas neste período.

Melhora a digestão
Magnésio regula a produção de ácidos estomacais reduzindo sintomas de acidez e digestão lenta, pesada. Esse efeito deriva da regulagem do pH da mucosa estomacal. 

Reduz o risco de diabetes
A ingestão de magnésio melhora a sensibilidade à insulina, reduz a inflamação sistêmica e, portanto, o risco de diabetes. 

Impede o risco de parto prematuro
Magnésio reduz a ocorrência de partos prematuros pois tem o efeito de reduzir as contrações uterinas antecipadas. E também é importante saber que, durante a gravidez o nosso organismo precisa de muito magnésio para a boa formação fetal. 

Melhora o ph do nosso organismo 
A ingestão de magnésio promove o reequilíbrio do nosso pH reduzindo os casos de acidificação do sangue e suas consequências: doenças e infecções.

Normaliza os níveis de colestero
O nível adequado de magnésio no organismo regula a produção de colesterol do tipo LDL e HDL e mantendo-os no equilíbrio necessário à boa saúde.

Reduz o risco de câncer e tumores A ingesta de cloreto de magnésio aumenta o magnésio existente nas nossas células o que as mantêm saudáveis impedindo, muitas vezes, a formação de tumores cancerígenos.

Melhora as funções cerebrais 
O consumo de cloreto de magnésio potencializa as funções cerebrais de aprendizagem e diminui a sua perda no envelhecimento.Como diz o Dr. Lair Ribeiro, cardiologista brasileiro que defende o uso do magnésio, este elemento é um santo remédio. E isso não é propaganda de indústria farmacêutica pois este ramo não tem interesse em que o magnésio seja amplamente indicado pelos médicos - não é elemento possível de ser patenteado, não pode ter dono pois é um elemento natural, que Pacha Mama nos deu. Veja no vídeo abaixo o que diz o Dr. Lair Ribeiro e leve esses argumentos ao seu médico de confiança. Quem sabe ele, o seu médico, também vai se interessar.

 

Os alimentos com maiores quantidades de magnésio       A maioria das pessoas pode manter a quantidade de magnésio em níveis saudáveis sem recorrer a suplementos, simplesmente comendo uma dieta equilibrada, com abundância de vegetais de folhas verde-escuras. É importante mencionar que os níveis de magnésio nos alimentos dependem dos níveis de magnésio no solo onde eles são cultivados. Portanto, os alimentos orgânicos podem ter mais magnésio, porque a maioria dos fertilizantes utilizados na agricultura convencional têm como base nitrogênio, fósforo e potássio em vez de magnésio. Por esta e outras razões, muitas vezes vale pagar o preço um pouco mais caro dos orgânicos e investir neste tipo de vegetal.Veja alguns alimentos específicos que são excepcionalmente ricos em magnésio.


 

Fórmula para uso correto do cloreto de magnésio
Recordo aqui que a fórmula aceite para diluição do cloreto de magnésio é a seguinte: 33 gr de cloreto de magnésio devem ser diluídos em um litro e meio de água pura, filtrada, e de preferência, desfluoretada*. A dose diária é de uma xicrinha de café, para pessoas que não estão doentes e, até três, para pessoas que têm alguns dos incômodos mencionados abaixo. Mas lembre-se, nosso intuito não é suplantar uma consulta médica, somente informar. Então, caso esteja doente, consulte-se com seu médico de confiança e discuta com ele essa terapia de magnésio para seu caso.

Cloreto de magnésio emagrece?
É cientificamente comprovado que a deficiência deste elemento no organismo pode contribuir para níveis de sobrepeso e obesidade, porque a falta desta substância pode ser incentivo no organismo para estresse inflamatório e oxidativo.
O cloreto de magnésio ajuda na perda de peso pois contribui para que diversas vitaminas e minerais consigam funcionar de maneira adequada e sejam absorvidos uma vez que estejam dentro de nosso organismo, fazendo com que a nutrição ocorra de maneira mais eficaz.

Contraindicações no uso de Cloreto de Magnésio
Pensando que uma alimentação bem balanceada já supre as necessidades de Magnésio no organismo, se ainda sim, suplementar com Cloreto de Magnésio, o aumento excessivo desse mineral poderá acarretar em diminuição da capacidade respiratória e aumento da pressão arterial. Níveis ainda mais elevados (extremamente elevados) pode levar a pessoa ao coma, paralisia respiratória e até, em casos mais extremos, à morte. Por isso é bom saber que a dosagem máxima de Magnésio, para os adultos, é de 350 miligramas por dia. 

Efeitos colaterais do Cloreto de Magnésio
O consumo do cloreto de magnésio é tolerado e bem administrado pela maioria das pessoas, mas em alguns casos produz efeitos colaterais indesejados como enjoos, vômito, diarreia, intoxicação em casos de ingestão em alta concentração, fraqueza, dificuldades associadas ao sistema respiratório e outros. Procure sempre ouvir aos sinais do seu organismo caso a ingestão de cloreto de magnésio esteja produzindo efeitos similares indesejados.






quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Fibromialgia apesar de não ter cura, a doença tem tratamento

Antigamente, achava-se que as pessoas com fibromialgia tinham um problema nos músculos, mas hoje se sabe que quem sofre dessa síndrome tem uma alteração no processamento da informação da dor na medula e no cérebro. Por isso, sentem a dor de uma forma muito mais intensa e por muito tempo. A síndrome pode estar sozinha ou relacionada com outras doenças.
No Bem Estar desta segunda-feira (18), o neurologista Daniel Ciampi e a reumatologista Emília Sato explicaram que, apesar de não ter cura, a doença tem tratamento, com medicamentos e também atividade física.
Os tratamentos para a fibromialgia são: atividade física, alguns antidepressivos, alguns anticonvulsivantes e ansiolíticos. A atividade física melhora a atenção, a pessoa entende mais a dor e adere melhor ao tratamento – o sono fica mais reparador, a musculatura fica mais solta e a dor diminui.



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Problemas com Sono


Problemas do sono são queixas comuns de quem tem fibromialgia. Como ela é uma síndrome que provoca dor generalizada e rigidez nos músculos e articulações, uma coisa alimenta a outra: a dor torna o sono mais difícil e a privação de sono agrava a dor.

Alguns pesquisadores encontraram evidências de que a fibromialgia pode estar relacionada com uma anormalidade que dificulta atingir o estágio mais profundo de sono, que é chamado de sono delta. Então, se você tem a síndrome, é comum acordar sentindo-se sempre cansado, independentemente do número de horas dormidas.

Quem tem a doença também pode sofrer dos seguintes problemas de sono:

Dificuldade para conseguir dormir;
Acordar várias vezes durante a noite ou acordar cedo;
Dormir em excesso, além das 8 a 10 horas ideais;
Ter sonhos vívidos.
Existem outros distúrbios do sono associados à fibromialgia. Os mais comuns são a síndrome das pernas inquietas (aquela vontade incontrolável de mover as pernas) e apneia do sono (quando a respiração para por alguns segundos durante o sono)

Fonte: http://www.pfizer.com.br

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O que causa a fibromialgia?

A resposta certa é que nós realmente não sabemos o que causa a fibromialgia.

O Instituto Nacional de Artrite e Doenças Musculoesqueléticas e da Pele (NIAMS, sigla em inglês) do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos diz:

Trauma
As causas da fibromialgia são desconhecidas, mas provavelmente há uma série de fatores envolvidos. Muitas pessoas associam o desenvolvimento da fibromialgia a um evento fisicamente ou emocionalmente estressante ou traumático, como um acidente de automóvel. Alguns o conectam a lesões repetitivas. Outros a vinculam a uma doença. Para outros, a fibromialgia parece ocorrer espontaneamente.

Problemas no processamento da dor
Muitos pesquisadores estão examinando outras causas, incluindo problemas com a forma como o sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) processa a dor.

Genes
Alguns cientistas especulam que os genes de uma pessoa podem regular a forma como seu corpo processa estímulos dolorosos. De acordo com esta teoria, as pessoas com fibromialgia podem ter um ou mais genes que os levam a reagir fortemente aos estímulos que a maioria das pessoas não perceberia como dolorosas. Já houve vários genes identificados que ocorrem mais comumente em pacientes com fibromialgia e os pesquisadores apoiados pelo NIAMS estão atualmente analisando outras possibilidades.

O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido lista estas como as causas: 
  • Mensagens de dor anormal
  • Desequilíbrios químicos que regulam humor, apetite, sono, comportamento e respostas de estresse.
  • Problemas de sono
  • Genética
  • Possíveis gatilhos. Estes incluem uma lesão, infecção viral, parto, ruptura de um relacionamento, estar em um relacionamento abusivo, a morte de um ente querido.
E você, o que acha que pode ter causado sua fibromialgia? 
quanto tempo você a tem?
Participe com os seus comentários.
 
Nunca, nunca perca a esperança por um amanhã melhor.

Fonte:https://www.fibromyalgiapatienteducation.info

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

5 Mitos Sobre Fibromialgia

Acreditamos que uma das melhores maneiras de aumentar a conscientização sobre a fibromialgia é educar os outros.
Aqui estão 5 mitos comuns sobre a fibromialgia, juntamente com os fatores que provam que eles estão errados.


Fibromialgia é uma condição rara
Na realidade, a fibromialgia é uma das condições mais comuns de dor crônica no mundo. Somente nos EUA, estima-se que entre 5 e 6 milhões de pessoas sofram de fibromialgia.
A fibromialgia afeta cerca de 2% de todos os adultos - 3,5% das mulheres e 0,5% dos homens.
A maioria dos doentes começa a sentir sintomas entre os 20 e os 50 anos.

Fibromialgia é "tudo da sua cabeça", não uma doença física real
Na realidade, a fibromialgia é definitivamente real. A pesquisa científica provou que o cérebro e a medula espinhal processam sinais da dor diferentemente em pessoas com fibromialgia. Como resultado, eles reagem mais fortemente ao toque e pressão, com uma maior sensibilidade à dor.
Quem diz que a fibromialgia é "apenas coisa da sua cabeça" definitivamente precisa fazer sua pesquisa antes de falar.

Fibromialgia é diagnosticada apenas se o médico não puder encontrar um diagnóstico "real"
Na realidade, diagnosticar alguém com fibromialgia é mais subjetivo do que muitas outras doenças porque não há um simples exame de sangue ou raio-x que possa confirmá-la.
No entanto, a fibromialgia tem suas próprias diretrizes de diagnóstico específico desenvolvido em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia. Estas incluem ter uma história de dor generalizada que dura mais de três meses e ter um número mínimo de pontos específicos de dor.
Os sintomas da fibromialgia se sobrepõem com os de outras doenças e as pessoas são frequentemente diagnosticadas com outras condições, além de fibromialgia.

Fibromialgia afeta apenas mulheres de meia-idade
Na realidade, a fibromialgia afeta homens e mulheres de todas as idades.
Enquanto a investigação indica que cerca de 90% dos doentes com fibromialgia são do sexo feminino, acredita-se que uma maior porcentagem de homens com fibromialgia não tenham sido diagnosticados. Assim, a porcentagem de homens com fibromialgia pode ser superior a 10% que é normalmente encontrado.
Cada vez mais estamos ouvindo relatos de crianças e adolescentes sendo diagnosticados com fibromialgia. A maioria das pessoas com fibromialgia juvenil é diagnosticada entre as idades de 13 e 15 anos.

Fibromialgia não pode ser tratada de forma eficaz
É verdade que a fibromialgia não tem uma "cura". Também é verdade que todos experimentam os sintomas da fibromialgia de forma diferente.
No entanto, existem opções de tratamento e muitos pacientes são capazes de reduzir os seus sintomas de fibromialgia, descobrindo opções de tratamento que funcionam melhor para eles.

O mais importante é a informação. Vamos divulgar!
Nunca, nunca perca a esperança por um amanhã melhor.

Fonte: fibrotoday
Fonte Foto: google

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

História da Fibromialgia


Como os médicos descobriram a fibromialgia?  Há quanto tempo essa doença é conhecida? Como chegamos a esse nome? Não sei vocês, mas eu sempre tive curiosidade de saber mais sobre a fibromialgia. Após fazer várias pesquisas sobre a dor, encontrei o artigo a seguir, que responde a algumas dessas perguntas. Boa leitura.

A síndrome da fibromialgia é uma condição de dor crônica generalizada. Existem pontos específicos de desconforto junto com distúrbios do sono, dores de cabeça, problemas cognitivos, fadiga etc.
É conhecida pela humanidade desde os anos 1800, quando os médicos escreveram sobre uma condição que causa dor, fadiga e distúrbios do sono. Eles a chamaram de reumatismo muscular e não encontraram comprometimento articular.


 Fibromialgia linha do tempo

  • Em 1824 um médico em Edimburgo descreveu pontos sensíveis.

  •  Em 1880 um psiquiatra nos Estados Unidos escreveu sobre um grupo de sintomas, incluindo dor generalizada, fadiga e problemas psicológicos. Ele o chamava neurastenia e acreditava que isso fosse resultado do estresse.

  • Perto de 1904 Sir William Gowers introduziu o termo fibrosite, significando inflamação da fibra. Ele descreveu os pontos sensíveis ou doloridos entre os pacientes com reumatismo muscular de épocas anteriores. Passou a chamado também de reumatismo crônico e mialgia desde então.

  • Em 1913, no British Medical Journal, um médico com o nome de Luff escreveu sobre os sintomas da fibrosite. Ele descobriu que os sintomas pioravam à medida que a pressão do ar baixava e as chuvas chegavam. Este é um fenômeno comum até hoje. Luff falou sobre as variações de temperatura, febres e acidentes de carro também.

  • Em 1987 a fibromialgia foi reconhecida pela Associação Médica Americana (AMA) como uma doença incapacitante. Como não havia evidência de inflamação, o termo fibrosite caiu e, em 1976 o termo fibromialgia, que significava dor nas fibras e músculos, substituiu a fibrosite.

  • A doença foi relatada claramente por Smythe em 1972 com as descrições da dor generalizada e pontos dolorosos.

  • Em 1975 foi realizado o primeiro estudo de eletroencefalograma de sono.

  • Um artigo sobre a fibromialgia apareceu no Journal of American Medical Association (JAMA) em 1987, escrito por um médico chamado Goldenberg.

  • A ligação entre a fibromialgia e outras condições semelhantes foi proposta em 1984.

  • Em 1990 foram publicados os primeiros critérios do American College of Rheumatology.

  • Em 1986, os antidepressivos que elevam os níveis cerebrais de serotonina e / ou norepinefrina mostraram ser eficazes no tratamento da fibromialgia.

O diagnóstico desta condição ainda é visto com ceticismo e muitos médicos acreditam que a fibromialgia seja uma doença da moda devido à falta de raio-X ou imagem, bem como a evidência de exame de sangue que comprovem a doença. 


Espero ter ajudado os curiosos como eu.
Nunca, nunca perca a esperança por um amanhã melhor.


Colaborador: Alexandre Ricardo
Fonte Texto: http://www.news-medical.net/